Antes de abrir uma vaga, descubra quem já está pronto dentro de casa. A IA lê o perfil que você precisa e ranqueia os colaboradores com as evidências de avaliações, PDI, 1:1 e feedbacks.
Descreva o cargo ou a vaga em texto. A IA cruza com os colaboradores ativos e ranqueia quem mais se encaixa, mostrando o porquê.
Cargos-chave com o ocupante atual, a fila de sucessores e a prontidão de cada um para assumir.
A cobertura de sucessão por cores na estrutura: onde já há sucessor e onde o cargo está descoberto.
Mapa de calor com o risco de perder pessoas-chave, visível só para quem configura o módulo.
Na calibração, o RH vê quem já é sucessor e vincula a pessoa a um cargo-chave ali mesmo.
O colaborador nunca é avisado de que foi nomeado sucessor. O gestor vê só o mapa da própria estrutura, se a empresa liberar.
Cada nome vem com as evidências que levaram ao ranking: notas da avaliação, PDI, 1:1 e feedbacks. Nada de caixa-preta: o RH vê o motivo e decide.
É procurar dentro da empresa antes de abrir uma vaga. Na TagguiRH, você descreve o perfil em texto e a IA ranqueia os colaboradores ativos que mais se encaixam, com as evidências de cada um.
Avaliações de desempenho, PDI, 1:1, feedbacks e quadrantes de cargos — as fontes que a empresa escolher nas configurações. Para a IA cruzar esses dados, a empresa também precisa ter os módulos de desenvolvimento (avaliação, PDI e 1:1).
Não. Ele não recebe e-mail, notificação nem selo no perfil, e o assunto não aparece no PDI. O organograma geral da empresa também não mostra a fila de sucessão.
Se a empresa habilitar, o gestor vê o mapa de sucessão da própria estrutura. Hunting interno e risco de perda ficam só com o RH.
Com o módulo ativo, a engenharia de cargos — níveis, faixas salariais e quadrantes — fica no mesmo menu de Talentos e Sucessão.
Uma conversa de 30 minutos, com a plataforma na tela e as suas dúvidas respondidas.